Reforma trabalhista dará mais possibilidade para a casa própria

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Existe perspectiva da retomada econômica ao longo deste ano. E os reflexos positivos vão chegar ao mercado imobiliário, setor importante para a economia nacional, por movimentar e gerar empregos. A redução da taxa de juros e a liberação de crédito são pontos que favorecem o cenário para o setor. Além disso, a reforma trabalhista, que entrou em vigor em novembro passado, também promete impulsionar o segmento com a flexibilização da relação entre trabalhadores e empregadores.

 

“Tem que ter também a alta do consumo, ligada às taxas menores e a queda no valor do financiamento, e isso tudo está ocorrendo”, afirma Rodrigo Karpat, advogado imobiliário e consultor em condomínios.  “Ela vai ajudar a impulsionar a continuidade da construção civil e a retomada do segmento”, completa.

 

Segundo Anna Carolina Cabral, advogada especialista em Direito do Trabalho do escritório Queiroz Cavalcanti, a reforma trouxe a flexibilização de jornada de trabalho, a questão do banco de horas, remuneração por produtividade, trabalho remoto, parcelamento de férias e todos esses itens vão ajudar para aumentar as contratações. Eles refletem em uma maior possibilidade de contratação. “De uma forma geral, os impactos são positivos para o mercado imobiliário, que é um setor aquecido no Brasil e um dos seus principais impactos é na questão das contratações. Agora passa a existir uma maior flexibilização nas relações de trabalho”, explica ela.

Em um cenário de perspectivas positivas, com os juros mais baixos, crédito liberado e o imóvel com custo menor, a geração de empregos é outro fator que promete impulsionar o mercado imobiliário. Com emprego garantido, as pessoas se sentem mais seguras para comprar um imóvel, investimento alto e duradouro.

 

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Se as perspectivas positivas se confirmarem, o mercado imobiliário será um dos setores responsáveis por impulsionar a retomada da economia, começando, principalmente, por ajudar a reverter os números negativos de desemprego no Brasil. No trimestre encerrado em novembro de 2017, a taxa de desemprego atingiu 12%, com 12,6 milhões de desempregados, de acordo com os últimos dados da Pnad Contínua divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mais emprego significa mais renda e faz com que a economia volte a se movimentar. Um ponto positivo que leva a outro, fazendo com que o período de turbulência econômica comece a ficar no passado.